GjEntreterimento
GjEntreterimento, o blog do entreterimento e conhecimento .
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Por que algumas pessoas ficam nervosas quando estão com fome?
Tudo o que a gente come é transformado em açúcares, aminoácidos ou ácidos graxos e distribuído para o organismo pela corrente sanguínea, gerando energia para órgãos e tecidos.
Mas ao ficar muito tempo sem se alimentar, a glicose do sangue cai, o que afeta diretamente o seu cérebro - de todos os órgãos, ele é o único que não consegue se virar sem glicose.
A fome e a falta de glicose no sangue fazem o cérebro funcionar de forma mais lenta. Isso leva nossos níveis de serotonina para baixo e, veja só, quando isso acontece nós perdemos o controle sobre a raiva.
Para completar, a falta de glicose leva à liberação de hormônios estressantes - como o cortisol e a adrenalina. Aí é só fazer as contas: menos hormônios que nos fazem alegres e felizes e muito mais hormônios estressantes. O resultado não poderia ser bom.
A cura pra isso? Coma. Antes que você fique chato.
Mas escolha com sabedoria. Alimentos calóricos resolvem o problema a curto prazo, mas o efeito que eles têm sobre o organismo passa rápido. Por isso, quanto mais saudável e nutritivo, melhor!
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
O que acontece quando um iPhone 6 é serrado ao meio?
O vídeo é do canal TechRax e mostra um iPhone 6 novinho sendo totalmente destroçado. O curioso é que na experiência, em que uma serra elétrica é utilizada, o celular não tem as suas partes separadas.
Isso acontece porque em determinado momento a serra simplesmente deixa de ter efeito cortante. Mesmo assim, a tela continua sendo destruída.
Além disso, outra coisa que chama a atenção é que até um bom tempo depois que ele começa a ser destruído, o iPhone continua funcionando. Mas em certo momento fumaça e faíscas saem do aparelho e ele finalmente perde as suas funções.
Veja como isso acontece no vídeo a seguir:
Leão de circo tem reação surpreendente quando pisa na grama pela primeira vez
Existem algumas proibições em relação ao uso de animais selvagens em shows de circo e entretenimento. Na Inglaterra, por exemplo, a partir de dezembro desse ano, os circos poderão ser completamente proibidos de utilizar animais.
Já no Brasil, não existe ainda nenhuma lei nacional que trate do assunto. No entanto, 11 estados aprovaram leis contrárias a utilização de animais para shows de circo.
Se está curioso para saber se o seu estado está entre eles, a lista inclui Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Goiás.
Além das leis, várias ONGs que lutam pela defesa dos bichos conseguem libertá-los de várias situações degradantes.
Mesmo assim, com o apoio da justiça e das organizações, muitos desses animais continuam sofrendo e sendo explorados como atrações no nosso país e em todo o mundo.
Foi o que aconteceu com o Leão Will, durante 13 anos ele foi mantido em cativeiro por um circo no Brasil. O animal vivia em uma jaula e nunca tinha pisado na grama.
Por causa dos anos em que foi mantido enjaulado, Will teve a sua saúde física e emocional afetada. Mas tudo isso teve um fim quando o leão foi resgatado por uma equipe que luta pela proteção de animais selvagens, exóticos e domésticos vítimas de maus-tratos.
O que mais chamou a atenção foi a reação de Will quando descobriu uma novidade: a grama e a terra. O leão, que nunca havia entrado em contato com eles teve uma reação surpreendente.
Ele rola no chão e experimenta as sensações que costumam ser comuns a outros leões, mas que ele não pôde sentir durante muito tempo. Veja a reação do leão no vídeo abaixo:
Você sabe para que serve o CPF?
Eistem coisas na nossa vida que a gente não vê muita utilidade ou que até são úteis demais!
O Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) foi considerado como um dos documentos mais inutilizados pelas pessoas. Será mesmo? Quantas vezes você retirou o cartão CPF para utilizar para alguma coisa? Afinal, para que serve o CPF?
A posse ou o porte do CPF não é obrigatória, embora o cartão seja exigido em algumas situações, como abertura de contas em bancos, abertura de crediário em estabelecimentos etc. Ele possui um número de onze algarismos, nos quais os números são únicos e não mudam para cada contribuinte, até mesmo em caso de perda. Os dois últimos números do CPF são números de verificação. O terceiro dígito revela a unidade federativa em que você se registrou pela primeira vez.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
4 coisas que adoramos mas que estão em risco de “extinção”
A raça humana tem evoluído dia após dia. Há coisas que foram descobertas no passado e agora ninguém sequer sabe sobre elas. Esta evolução nos fez esquecer muitas coisas. Uma criança nos dias atuais não saberia o que é um telegrama?
Será que alguém que nasceu nesse milênio sabe como um gramofone funciona? Todas estas coisas se tornaram muito antiquadas. Isso pode acontecer com os itens dessa lista.
Listamos algumas das coisas que adoramos que podem entrar em extinção. Se essas mudanças são boas ou más depende em parte de como nós vamos nos adaptamos a elas.
1. CHOCOLATE
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Você provavelmente já leu as manchetes: “maior fabricante de chocolates do mundo diz que nós estamos ficando sem cacau”, disse o Washington Post. O chocolate que amamos tanto não vai a lugar nenhum. Ele só vai ficar um pouco mais caro.
Há duas pressões reais na cadeia de cacau: a mudança climática, o que provavelmente vai diminuir a oferta, e o aumento da demanda por chocolate em novos mercados como a Ásia. Os preços do cacau já subiu mais de 60 por cento desde 2012.
2. BACON
Os porcos são criados com milho, portanto, o aumento global de preços da carne de porco tem como consequência o aumento nos preços do milho. O preço de varejo de bacon bateu recorde no verão de 2014 de cerca de US$ 6 por libra.
3. TEQUILA
4. ABACATES

A agricultura de abacates requer muita água, cerca de 72 litros para uma única libra de frutas. As secas extrema estão prejudicando as plantações. O mesmo caso dos anteriores, os abacates não vão desaparecer; eles só vão se tornar um item de luxo.
Saiba o que fazer quando seu celular cai na água
Nessas horas a frustração é total, afinal a primeira coisa que se pensa quando o celular cai na água é “meu celular já era”. Calma, não perca as esperanças. Mesmo que seu smartphone tenha ficado, mesmo que por alguns segundos, totalmente submerso ainda dá pra salvar o seu xodó!
O primeiro passo a ser seguido quando seu celular cai na água é desligá-lo no mesmo instante. Isto é, se ela já não tiver se autodesligado. Se o aparelho permanecer ligado quando se molhar, pode ocorrer um curto-circuito que resulta num superaquecimento.
Depois de desligar o aparelho, remova a bateria (em caso de bateria removível) e, com um pano limpo e seco, seque o telefone cuidadosamente. É importante também remover o cartão de memória e o SIM card – o chip do celular.
Uma técnica bastante utilizada é a de deixar o aparelho dentro de um recipiente ou saco plástico fechado com arroz cru. O arroz cru é realmente capaz de facilitar a eliminação de umidade do dispositivo, mas por outro lado, pode deixar um pó que causa danos aos componentes do celular, por isso às vezes pode não ser uma boa ideia.
Um substituto considerado ideal para o arroz são aqueles saquinhos de sílica que vêm nas embalagens de produtos eletrônicos recém-adquiridos, mas é necessário usar uma quantidade relativamente grande deste material (você pode adquiri-los em lojas de eletrônicos). Ao conseguir o material, deixe o celular (sem a bateria) imerso nele pelo prazo mínimo de duas horas.
Só tente ligar o celular depois de no mínimo 48 horas, quando provavelmente o celular estará totalmente seco em seu interior. Quando tiver certeza de que o celular está totalmente seco internamente, você pode ligá-lo. Antes disso, deixe que a bateria carregue por cerca de 20 ou 30 minutos. Tire-o da tomada após este período e tente ligá-lo. As chances são grandes de que o dispositivo volte a funcionar normalmente.
Seu Android pode estar sendo hackeado sem você saber
Seu Android pode estar sendo hackeado neste momento, sem que você saiba disso. Apenas com o número do celular de um pessoa, um hacker pode acessar todos os arquivos e opções do seu celular, sem precisar ter acesso presencial ao seu aparelho.
De acordo com pesquisadores da Zimperium Mobile Labs, nos Estados Unidos, 95% dos Androids está vulnerável a esse tipo de ataque. A invasão foi descoberta pelo vice-presidente de Plataforma de Pesquisa e Exploração Joshua Drake.
Para iniciar o ataque, o hacker envia uma mensagem de vídeo modificada. A mensagem é capaz de contornar as defesas do Android e executar um código remoto. Com isso, os hackers têm acesso completo a seu dispositivo, como armazenamento de dados, câmera, microfone, etc.
O processo é chamado de “Stagefright” (que significa “medo do palco”, aquele medo de falar ou se apresentar em público). “Stagefright” é também a biblioteca de mídia que o Android usa para processar vídeos, e é a parte de código que vem sendo explorada.
Com isso, muitas vezes o dispositivo começa a processar a mensagem sem que você a visualize manualmente. Ou seja, na maioria dos casos, apenas receber a mensagem já é o suficiente. Depois disso, o hacker pode até eliminar a mensagem sozinho, quando já tiver acesso ao seu celular, deixando apenas uma notificação que a maioria de nós ignoraria. Mas nessa altura, seu dispositivo já está sob o controle do hacker.
Muitos dizem que o bug foi introduzido no Android 2.2 (Froyo), mas ele pode atuar também em aparelhos mais novos, como o atual Android 5.1.1 (Lollipop). Os mais vulneráveis são os donos de Android 4.1 (Jelly Bean).
Nem tudo está perdido
Felizmente, o erro pode ser corrigido com uma atualizações de softwares e aplicativos. O Google já tem o patch pronto para ser utilizado.
Porém, o problema é que cabe aos fabricantes dos dispositivos enviar o patch, e isso pode demorar muito. Se você tem um Android 4.0 ou anterior, que não é atualizado há muito tempo, é possível que você nem possa receber o patch.
Ainda não está claro se os usuários do Android podem fazer alguma coisa para se protegerem. Um porta-voz do Google afirmou que a segurança dos usuários do Android é extremamente importante e que as atualizações já foram fornecidas aos parceiros da empresa, para que possam ser aplicadas em qualquer dispositivo.
Além disso, segundo a Google, a maioria dos dispositivos Android já têm tecnologias projetadas para dificultar a ação dos hackers.
Nos resta confiar na Google, ter cuidado ao coloca senhas no celular e fazer todas as atualizações possíveis.
Para iniciar o ataque, o hacker envia uma mensagem de vídeo modificada. A mensagem é capaz de contornar as defesas do Android e executar um código remoto. Com isso, os hackers têm acesso completo a seu dispositivo, como armazenamento de dados, câmera, microfone, etc.
O processo é chamado de “Stagefright” (que significa “medo do palco”, aquele medo de falar ou se apresentar em público). “Stagefright” é também a biblioteca de mídia que o Android usa para processar vídeos, e é a parte de código que vem sendo explorada.
Com isso, muitas vezes o dispositivo começa a processar a mensagem sem que você a visualize manualmente. Ou seja, na maioria dos casos, apenas receber a mensagem já é o suficiente. Depois disso, o hacker pode até eliminar a mensagem sozinho, quando já tiver acesso ao seu celular, deixando apenas uma notificação que a maioria de nós ignoraria. Mas nessa altura, seu dispositivo já está sob o controle do hacker.
Muitos dizem que o bug foi introduzido no Android 2.2 (Froyo), mas ele pode atuar também em aparelhos mais novos, como o atual Android 5.1.1 (Lollipop). Os mais vulneráveis são os donos de Android 4.1 (Jelly Bean).
Nem tudo está perdido
Felizmente, o erro pode ser corrigido com uma atualizações de softwares e aplicativos. O Google já tem o patch pronto para ser utilizado.
Porém, o problema é que cabe aos fabricantes dos dispositivos enviar o patch, e isso pode demorar muito. Se você tem um Android 4.0 ou anterior, que não é atualizado há muito tempo, é possível que você nem possa receber o patch.
Ainda não está claro se os usuários do Android podem fazer alguma coisa para se protegerem. Um porta-voz do Google afirmou que a segurança dos usuários do Android é extremamente importante e que as atualizações já foram fornecidas aos parceiros da empresa, para que possam ser aplicadas em qualquer dispositivo.
Além disso, segundo a Google, a maioria dos dispositivos Android já têm tecnologias projetadas para dificultar a ação dos hackers.
Nos resta confiar na Google, ter cuidado ao coloca senhas no celular e fazer todas as atualizações possíveis.
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